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A ninfa aceita o assalto
do sátiro. O excesso
de decoração convém a essas cenas
em que seres de fantasia, amam,

bebem e ouvem música
com a mesma edênica.

“Os casais, em geral, buscam um profissional para orientá-los, assessorá-los ou atendê-los terapeuticamente quando concordam que não conseguem mais comunicar-se satisfatóriamente nem entrever uma solução para a ralação adoecida e repetitiva à qual, no entanto, se sentem presos. Muitos chegam ao consultório com a esperança de que o terapeuta colocará magicamente no parceiro as qualidades desejadas. Tem a certeza de que quem precisa se modificar é o outro, considerado um indivíduo doente e incapaz de amar. Às vezes, procuram no psicólogo um juiz ou um aliado. O psicoterapeuta de casais não vai, porém, estabelecer alianças com nenhuma das partes. Durante o trabalho, buscará avaliar os limites e as qualidades de cada um, focalizará os aspectos patológicos do vínculo, clarificando a relação, para que o par possa sair do seu estancamento. O objetivo é tornar os membro capazes de adotar decisões e, dentre estas, as de continuarem juntos ou eventualmente, separarem-se. O final de uma terapia de casal bem sucedida pode ser tanto o restabelecimento de uma relação construtiva quanto pode ser, efetivamente, um divórcio.” (Guia Psi - Texto base de Janice Rechulski)         

 

 
   
 
 
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